Programa E-Residency vai utilizar tecnologia cloud e será lançado até o fim do ano

Programa E-Residency vai utilizar tecnologia cloud e será lançado até o fim do ano

Portugal terá um programa de cidadania digital até final de 2021 usando cloud pública

Texto: Até o final de 2021, Portugal vai ter um programa de cidadania digital que permite que os cidadãos estrangeiros possam utilizar dos serviços públicos nacionais, como é o da Estónia. Essa é uma solução para pessoas e empresas que veem um destino para abrirem startups no país, ou que queiram abrir contas bancárias, segundo reportagem do site ECO.

O objetivo principal ainda vai mais além. A intenção é que possa ser pedido e atribuído 100% à distância, para tornar-se referência no mundo. 

André de Aragão Azevedo, secretário de Estado para a Transição Digital, conta em entrevista ao ECO como que a nuvem pública pode constituir poupanças na Administração Pública e afirma que Portugal vai apoiar a criminalização do discurso de ódio na web, que vai ao contrário com os “valores de uma sociedade democrática”. 

O E-Residency já está em uma fase bem avançada. Porém, ele é complexo, pois envolve muitas áreas governamentais. Elas têm que convergir naquilo que é a sua parcela de contribuição em um projeto que é disruptivo e inovador, mesmo em termos internacionais. 

Azevedo afirma a importância da cloud para o projeto “A cloud corresponde, no fundo, a um novo modelo de consumo de serviços tecnológicos de computação. Permite externalizar o serviço de computação, atribuindo-o a uma entidade (e estou a falar de cloud pública) que tipicamente se dedica de forma mais profissional e eficiente a isso. Como o faz de forma mais eficiente, disponibiliza um serviço que é tipicamente mais barato, ágil e rápido naquilo que é a sua capacidade de implementação.”

O que pretendem com a tecnologia cloud é “clarificar e dar um conjunto de orientações que dissipem alguns fantasmas em relação a alguns receios que existiam, garantindo ao mesmo tempo a salvaguarda de algumas preocupações que devem ser levadas em linha de conta.”

Para acessar a reportagem completa, clique aqui.

Imagem: 1Office.com




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